2026-03-13
Análise de Falha e Melhoria de Qualidade para Módulo Óptico 100G LR4 (Problema no Canal Transmissor)1. Histórico do Caso
Em julho de 2025, uma unidade do módulo óptico 100G LR4 foi devolvida pelo cliente. Nenhuma descrição específica da falha foi fornecida pelo cliente. Nossa equipe de qualidade conduziu imediatamente uma análise abrangente de falha no módulo devolvido.
2. Resultados Preliminares de Teste
Durante os testes em temperatura ambiente, o módulo apresentou os seguintes problemas durante o teste de auto-loopback em um testador de taxa de erro de bits (BERT):
O canal 2 do receptor não conseguiu estabelecer um link.
Os valores DDM (Digital Diagnostic Monitoring) para o Canal 2 foram significativamente mais baixos do que os dos outros canais. (Imagem abaixo)
Uma inspeção adicional usando um osciloscópio revelou
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baixa potência de saída óptica e má qualidade do diagrama de olho no segundo canal transmissor.4. Medidas Preventivas
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A potência óptica exibida é: -5,25 dBm, e a potência óptica real é: 2,2 dBm.
3. Análise da Causa Raiz
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Após investigação adicional:
O canal anormal mostrou uma potência óptica de apenas -5,25 dBm (conforme exibido), enquanto a potência de saída esperada real (após contabilizar um deslocamento de 7,5 dBm) deveria ter sido aproximadamente
2,2 dBm.4. Medidas Preventivas
O problema foi rastreado até
desalinhamento de componentes durante a montagem, resultando em baixa eficiência de acoplamento óptico.Este tipo de defeito não é recuperável por meio de ajuste ou ajuste de firmware e requer
substituição do subconjunto óptico transmissor (TOSA).4. Medidas Preventivas
Além das correções imediatas, as seguintes melhorias de processo foram introduzidas:
Aumento da intensidade e duração da ciclagem térmica
para triagem de componentes recebidos.Extensão do tempo de burn-in
de 48 horas para 72 horas para módulos acabados.Inspeção final de 100%
5. Recomendações para Uso do Cliente
Para minimizar os riscos de ESD e contaminação, os clientes são aconselhados a:
Manter sempre as tampas contra poeira quando o módulo não estiver em uso.
Limpar as faces das pontas da fibra com cotonetes embebidos em álcool antes da conexão.
Evitar dobrar cabos de fibra com raio inferior a 5 cm.
Garantir aterramento adequado durante o manuseio e instalação.
6. Conclusão
Este caso destaca a importância do controle de processo na montagem de módulos ópticos. Através da análise da causa raiz e ações corretivas direcionadas, fortalecemos nosso sistema de garantia de qualidade e reduzimos o risco de falhas semelhantes no futuro.
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